Laboratório da SERMST para realização de espirometria ocupacional em São Paulo
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Espirometria ocupacional: quando a empresa precisa, o que mede e onde fazer em São Paulo

A espirometria ocupacional é o exame que mede a função pulmonar de trabalhadores expostos a poeiras, fumos e agentes químicos. Quando o PCMSO prevê esse risco, o exame entra no protocolo de admissão, periódico e demissional para registrar a capacidade respiratória do trabalhador ao longo do tempo.

Por Luiz César Sannino · Higienista Ocupacional · Técnico em Segurança do Trabalho · CREA/SP 5061899709

Ultima revisao: 6 de julho de 2026Publicado em 6 de julho de 2026

Resposta direta

A espirometria ocupacional é indicada para funções com exposição a agentes respiratórios previstos na NR-09 e no PCMSO. A SERMST realiza o exame em São Paulo com laboratório próprio, integração ao ASO e laudo médico para o protocolo de monitoramento respiratório da empresa.

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O que é espirometria ocupacional

A espirometria ocupacional é um exame de função pulmonar que mede a capacidade do trabalhador de encher e esvaziar os pulmões. O resultado registra volumes e fluxos respiratórios e é usado para identificar limitações que podem estar relacionadas à exposição profissional.

No contexto ocupacional, o exame tem uma função específica: documentar a condição respiratória do trabalhador em momentos distintos do vínculo empregatício. Isso permite comparar o resultado admissional com os periódicos e identificar deterioração associada ao trabalho antes que vire doença ocupacional com nexo estabelecido.

A espirometria que compõe o ASO segue critérios técnicos diferentes da espirometria clínica convencional. O exame precisa ser conduzido com padronização adequada para que a comparação entre resultados ao longo do tempo tenha validade médica e jurídica.

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Quando o PCMSO inclui espirometria

A inclusão da espirometria no PCMSO depende da avaliação de risco do cargo. O médico do trabalho define o protocolo com base nos agentes presentes no ambiente, na intensidade da exposição e nas exigências específicas de cada função.

Os cenários mais comuns em que a espirometria entra no protocolo incluem:

  • Exposição a poeiras respiráveis: obras, mineração, cerâmica, amianto, sílica cristalina.
  • Agentes químicos irritantes ou sensibilizantes: solventes, isocianatos, anidridos, amônia, cloro.
  • Fumos metálicos: soldagem, fundição, galvanoplastia.
  • Atividades em ambientes confinados com exposição respiratória: tanques, silos, galerias.
  • Agentes biológicos com risco respiratório: fungos, bioaerossóis, ambientes hospitalares ou agrícolas.

Quando o PCMSO define espirometria para uma função, o exame deve ser feito na admissão, com periodicidade definida nos exames periódicos e, quando aplicável, no retorno ao trabalho e no demissional.

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O que o exame mede

A espirometria registra parâmetros respiratórios que indicam como os pulmões funcionam. Os principais valores avaliados são:

  • CVF (Capacidade Vital Forçada): volume total de ar que o trabalhador consegue expirar com força máxima após uma inspiração máxima.
  • VEF1 (Volume Expiratório Forçado no 1º segundo): volume de ar expelido no primeiro segundo da expiração forçada. Indica velocidade de esvaziamento pulmonar.
  • Relação VEF1/CVF: razão entre os dois valores anteriores. Auxilia na classificação do padrão espirométrico como obstrutivo, restritivo ou misto.
  • FEF 25-75%: fluxo expiratório forçado entre 25% e 75% da CVF. Sensível a alterações precoces nas pequenas vias aéreas.

O laudo classifica o resultado como normal ou identifica padrões obstrutivos, restritivos ou mistos, com grau de alteração leve, moderado ou grave. Essa classificação orienta o médico do trabalho no momento da emissão do ASO.

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Funções e setores que mais precisam do exame

A espirometria ocupacional aparece com mais frequência em empresas dos seguintes setores:

  • Construção civil: exposição a poeiras de cimento, sílica e fibras de lã de vidro.
  • Indústria química e farmacêutica: contato com vapores, solventes e reagentes.
  • Metalurgia e siderurgia: fumos de soldagem, lixamento e fundição.
  • Marcenaria e carpintaria: poeiras de madeira dura associadas a risco de câncer nasosinusal.
  • Agropecuária: bioaerossóis, fungos e agrotóxicos.
  • Saúde: exposição a látex, agentes de esterilização e bioaerossóis.
  • Panificação e alimentação: farinhas e poeiras orgânicas com potencial sensibilizante.
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Como o resultado da espirometria entra no ASO

O resultado da espirometria é um dado que o médico do trabalho usa ao emitir o ASO. Quando o exame faz parte do protocolo do PCMSO para aquela função, o médico o avalia junto com os demais dados clínicos antes de emitir a conclusão de apto ou com restrições.

A validade do monitoramento respiratório ao longo do tempo depende de o exame ser feito de forma padronizada em todos os momentos do vínculo. Resultados obtidos com técnica inconsistente ou em equipamentos sem calibração adequada não são comparáveis entre si e perdem o valor diagnóstico.

Quando há alteração identificada no periódico em relação ao admissional, o médico do trabalho pode recomendar afastamento temporário, mudança de função, uso de proteção respiratória adequada ou investigação complementar antes de emitir o ASO.

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O que avaliar ao escolher onde fazer espirometria ocupacional

  1. Calibração e padronização do equipamento. Espirômetros precisam de calibração regular. Resultados comparáveis ao longo do tempo dependem disso.
  2. Integração com o fluxo do ASO. A clínica precisa conseguir entregar o laudo dentro do fluxo operacional da empresa, sem atrasar admissão ou periódico.
  3. Médico do trabalho no laudo. A interpretação ocupacional do resultado deve ser feita por médico com experiência em saúde ocupacional, não apenas por técnico ou enfermeiro.
  4. Coerência com o PCMSO da empresa. A clínica precisa entender o protocolo do PCMSO para interpretar o resultado no contexto da função e do risco específico.
  5. Localização e acesso em São Paulo. Clínica no Centro facilita o deslocamento dos colaboradores e reduz o tempo fora da operação.

Perguntas frequentes

O que é espirometria ocupacional?+

É o exame de função pulmonar realizado no contexto da medicina do trabalho para avaliar trabalhadores expostos a agentes respiratórios. Mede volumes e fluxos pulmonares e é usado para monitorar a saúde respiratória ao longo do vínculo empregatício.

Quando a empresa precisa incluir espirometria no PCMSO?+

Quando há funções com exposição a poeiras, agentes químicos irritantes, fumos metálicos, solventes ou outros agentes com risco respiratório. O médico do trabalho define a necessidade com base na avaliação de riscos do PCMSO.

Quais funções precisam fazer espirometria?+

Soldadores, lixadores, operários de construção civil, trabalhadores em marcenaria, operadores em indústrias químicas, trabalhadores em mineração e qualquer função com exposição regular a agentes respiratórios identificados no PCMSO.

A espirometria precisa ser feita na admissão?+

Quando o PCMSO inclui espirometria para a função, sim. O exame admissional serve como linha de base para comparação nos periódicos futuros. Sem o resultado admissional, fica mais difícil documentar alteração relacionada ao trabalho.

Onde fazer espirometria ocupacional em São Paulo?+

A SERMST realiza espirometria ocupacional em São Paulo Centro, no Largo do Paissandu, com laboratório próprio, equipamento calibrado e integração ao fluxo do ASO e PCMSO da empresa.

Como esse tema impacta a rotina da empresa?+

O impacto normalmente aparece em previsibilidade operacional, clareza documental e segurança para tomar decisão sem improviso.

Esse assunto pode gerar risco jurídico ou retrabalho?+

Sim. Quando a empresa interpreta o tema de forma superficial, o problema costuma aparecer depois em auditoria, eSocial, afastamento ou atraso de rotina.

Próximo passo

Espirometria integrada ao PCMSO da sua empresa.

A SERMST realiza espirometria ocupacional em São Paulo Centro com laboratório próprio, técnica padronizada e laudo integrado ao fluxo do ASO. Para orçamento corporativo, fale com a equipe.

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